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NACIONAL FUTEBOL CLUBE

Fundação 13 de Janeiro de 1913
Endereço  R São Luiz 230 Adrianópolis
                CEP 69057-250 Manaus/AM Tel.
(92) 633 4181
Estádio  Vivaldão  - 55000 -
Uniforme Camisa azul com gola branca, calção branco e meias brancas
Títulos Campeão Amazonense 1916/17/18/19/20, 1922/23, 1933, 1936/37, 1939, 1941/42, 1945/46, 1950, 1957, 1963/64, 1968/69, 1972, 1974, 1976/77/78/79/80/81, 1983/84/85/86, 1991, 1995/1996, 2000 e 2002/2003.
Campeão da Copa do Rei Fahad - Marrocos 1984
Campeão do Taça Pacto Amazônico 1981
Internet Nacional AM e Nacional Futebol Clube
Nacional de Manaus

Escudo de Gala Nacional
Escudo
de Gala do
Nacional

2005 Com uma equipe renovada, o Nacional apresenta bons valores como Diego, Cristiano e Da Costa. O técnico é Mirandinha. Paulo Roberto; Rincón (Israel), Diego, Rondinelli e Jeferson; Éder (Júnior Negrão), Zé Marcos, Daniel, Alcione (Rafael); Da Costa e Cristiano. Técnico: Mirandinha.

2004 -
Apesar da badalação de seu elenco e da cooperativa que administra o futebol, o Nacional não iniciou bem o campeonato. Entre os jogadores: Rincón e Sidney. Naílton, Guara, Donizete, Rafael, Gibi, Alberto, Júnior César, Neto, Alexandre, Zedivan e Garanha. Tec. João Carlos Silva

2003 - Seis jogadores da equipe campeã de juniores serão aproveitados: o goleiro Zilton, o lateral direito Eduardo Mosca, o lateral esquerdo Fernando, o volante Rodrigo e os atacantes Alcione e Daniel. O meio-campo é todo de novatos no time: Murilo, Fabrício, Torrinha e Silton Dias. Também vestem pela primeira vez a camisa nacionalina, o lateral direito Édson e o zagueiro Rogério Borges.

2002 - O técnico é Aderbal Lana, conhecido nacionalmente pelo trabalho no São Raimundo. Entre as novidades o craque Rincón do 3B, vencedor do Peladão(famoso torneio entre clubes amadores de Manaus e região), o zagueiro baiano Moisés(ex-Vasco, Internacional e Goiás), o meia Nei Bala, Basinho(ex-Fast) e Adelmo(ex-Anapolina). Time Base: Ernandes, Ezequiel, Paulo Roberto, Washington, Renato, Ednilson e Ney Bala, Wallace e Ailton.

H - O Nacional Futebol Clube tem tentado se reerguer. Rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro, depois de uma campanha desastrosa, tenta se refazer dos desacertos cometidos e partir para mais uma tentativa de retornar à Primeira Divisão do futebol brasileiro, de onde está afastado há 13 anos. Desde 1916, quando começou a disputar o campeonato amazonense amador, conquistou 37 títulos estaduais, 19 a mais que seu mais tradicional adversário, o Rio Negro. Alguns enfileirados, como o pentacampeonato, em 1920, o hexa em 1981 e o tetra, em 1986. A primeira conquista fora de casa, veio com o gol histórico de Pepeta contra o Grêmio Maringá, em pleno Maracanã, na preliminar entre Brasil e Venezuela, em 24 de agosto de 1969. Em meados da década de 70, começou a preparar um pulo mais alto, quando trouxe, do Atlético Mineiro, os juniores Toninho Cerezzo, Paulo Izidoro e Campos. Em 1981, conquista o torneio do Pacto Amazônico. Mas, despontou mesmo, entre 1984 e 1986, quando Aderbal Lana comandou o time dos sonhos da maioria dos nacionalinos: Reginaldo; China, Paulo Galvão (hoje auxiliar-técnico), Murica e Luiz Florêncio; Cláudio Barbosa, Sérgio Duarte, Helinho e Carlos Alberto Garcia; Dario e Edú. De “quebra”, tinha Bendelak, Marinho Macapá, Hidalgo e Jorginho, entre outros.Com esse poderio, o Nacional desconheceu a força de times consagrados, como Internacional (2 a 1), Atlético Mineiro (2 a 1), Palmeiras (1 a 0). Na margem do campo, tinha o conhecimento técnico de um Aderbal Lana; fora dele, a ousadia e a astúcia de um Manoel do Carmo Chaves Neto, hoje no São Raimundo.
Mas os tempos passaram e com ele, a preocupação em brigar pelo direito líquido e certo de manter espaço entre os grandes. O Nacional tenta ganhar terreno no caminho das pedras, para preparar a chegada do seu centenário, no lugar de onde nunca deveria ter saído.

Hino - “Nacional. Nacional, Nacional...é o glorioso pavilhão! Nos encoraja para a luta, com amor e união... O mais querido e sempre amado, pela sua tradição de campeão! Sempre no gramado, o clube amado e adorado. Nacional do meu coração... Vamos a luta, lutar para vencer! Se for preciso lutar até morrer... Lutar com disciplina e destemor, Mostra a todo mundo o teu valor... Sua torcida estará sempre ao teu lado, sempre fiel... Meu clube adorado. Tua estrela azul é um símbolo de glória... Avante Nacional para a vitória....”

Texto adaptado a partir de notícias publicadas no jornal A Crítica no dia do aniversário do clube

 

Nacionais

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estaduais

A partir de 1968: 1968 a 1996, 1998 a 2005

 

noticias

A Crítica
Em Tempo

Camisa do NacionalVivaldo Lima - Vivaldão
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Fotos: Em tempo

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